No dia 28 de Fevereiro de 2011 acabei a leitura desta obra. 4 e 1/2*. É um excelente livro. Excelente. Traduz a forma como o declínio final varre tudo, inclusivamente o amor e a própria morte.
SINOPSE: O Outono do Patriarca foi o primeiro romance que Gabriel García Márquez publicou após o extraordinário êxito de Cem Anos de Solidão. Sete anos separaram as duas obras, reinando uma enorme expectativa por saber qual e como seria o novo romance do escritor colombiano. Embora se passe no trópico, tal como Cem Anos de Solidão, O Outono do Patriarca resultou tecnicamente muito diferente. Mais poética que a anterior, esta obra é um relato surrealista, exuberante, quase sem solução de continuidade, acerca de um ditador sem nome cuja idade se situa entre os 107 e os 232 anos; que permanece tanto tempo no governo que se esqueceu quando é que lá chegou; que foi pai de 5.000 filhos de sete meses; que sofre de um testículo inchado; e que se orgulha das suas proezas sexuais. O ditador vive num ambiente de ruína e devastação, onde os abutres invadem o palácio residencial e as vacas ocupam a basílica antiga. O seu poder é tal que decreta a antecipação do amanhecer, e as rosas obedecem-lhe, e comete toda a sorte de atropelos e depredações, como a de vender o mar das Caraíbas por lotes aos Estados Unidos.
Após a surpresa inicial que produziu pela sua estrutura e pela linguagem poética, O Outono do Patriarca foi apreciado como um dos grandes romances de García Márquez e, para alguns, é a sua obra-prima.
O Outono do Patriarca inscreve-se na tradição do romance sobre ditadores para a qual contribuíram muitos escritores de língua espanhola como Ramón de Valle Inclán, Miguel Ángel Asturias, Alejo Carpentier e Augusto Roa Bastos.
SINOPSE: O Outono do Patriarca foi o primeiro romance que Gabriel García Márquez publicou após o extraordinário êxito de Cem Anos de Solidão. Sete anos separaram as duas obras, reinando uma enorme expectativa por saber qual e como seria o novo romance do escritor colombiano. Embora se passe no trópico, tal como Cem Anos de Solidão, O Outono do Patriarca resultou tecnicamente muito diferente. Mais poética que a anterior, esta obra é um relato surrealista, exuberante, quase sem solução de continuidade, acerca de um ditador sem nome cuja idade se situa entre os 107 e os 232 anos; que permanece tanto tempo no governo que se esqueceu quando é que lá chegou; que foi pai de 5.000 filhos de sete meses; que sofre de um testículo inchado; e que se orgulha das suas proezas sexuais. O ditador vive num ambiente de ruína e devastação, onde os abutres invadem o palácio residencial e as vacas ocupam a basílica antiga. O seu poder é tal que decreta a antecipação do amanhecer, e as rosas obedecem-lhe, e comete toda a sorte de atropelos e depredações, como a de vender o mar das Caraíbas por lotes aos Estados Unidos.
Após a surpresa inicial que produziu pela sua estrutura e pela linguagem poética, O Outono do Patriarca foi apreciado como um dos grandes romances de García Márquez e, para alguns, é a sua obra-prima.
O Outono do Patriarca inscreve-se na tradição do romance sobre ditadores para a qual contribuíram muitos escritores de língua espanhola como Ramón de Valle Inclán, Miguel Ángel Asturias, Alejo Carpentier e Augusto Roa Bastos.
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