Saturday, April 23, 2011

Entre as margens da memória - Paulo Afonso Ramos

Terminei a leitura desta obra no dia 10 de Abril de 2011. 3*.
Hum... hum... escreve bem, mas sem alma. Falta qualquer coisa, talvez o sentido do ritmo e o desprendimento sincero face à emoção. Faz-lhe falta ter mais, muito mais - e mais profundamente também. Vou ler a obra poética dele antes de me pronunciar definitivamente, mas, para mim, a prosa poética do Paulo Afonso Ramos não resulta. Os excertos que mais aprecio são «plano azul», «traz-me de volta o meu sorriso», «o que eu não quero revelar» e «inquietação». Nota-se alguma influência de Fernando Pessoa e de José Luís Peixoto.
Nada mais tenho a dizer - para já. Espero poder reformular a minha opinião através de uma análise mais extensiva da sua obra.

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