Thursday, February 16, 2012

Crónica de uma travessia: a época do Ai-Dik-Funam - Luís Cardoso

Terminei esta leitura no dia 11 de Setembro de 2011. Oh, infinita tristeza! 2*. É um livro irritante de tão melancólico, triste como os dias cinzentos e sem qualquer propósito que não a derivação narrativa. É uma obra sem objectivo ou significado. Numa palavra, miserável.
SINOPSE: Este livro (...) participa da biografia, do romance e efectivamente da crónica. Narra as peripécias do autor, desde a infância timorense, no campo, à viagem com o pai, enfermeiro, para a ilha de Ataúro, à vinda para o exílio em Portugal, os estudos de Agronomia, a participação no Conselho Nacional de Resistência Maubere, o convívio com os timorenses do Vale do Jamor. Pelo meio da narrativa, em que se equilibram o relato e o comentário de acontecimentos e aparecem pessoas e nomes como o de Ramos Horta, o de Manuel Carrascalão e se fala em Zeca Afonso, em Adriano Correia de Oliveira, etc., equilibram o realismo e o fantástico (...). Passa neste livro um sopro de mistério, através do entrosamento de duas culturas, uma delas ainda carregada de elementos mágicos.

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