Trata-se de uma obra excelente, bem documentada e cruamente honesta (por vezes brutal) sobre o que aconteceu na II Guerra Mundial do ponto de vista de um oficial SS. 4 e 1/2*.
As Benevolentes constituem as memórias de Maximilien Aue, um ex-oficial alemão de origem francesa que participa em momentos sombrios da recente História Mundial: a execução dos judeus, as batalhas na frente de Estalinegrado, a organização dos campos de concentração, até a derrocada final da Alemanha. Uma confissão sem arrependimento das desumanidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, que provoca uma reflexão original e desafiadora das razões que levam o Homem a cometer o mal.
Este romance vai buscar o título à mitologia grega - as Erínias eram Deusas perseguidoras, vingadoras e secretas, também conhecidas por Eumênides ou Benevolentes.
Terminei a leitura em 12-08-2010.
As Benevolentes constituem as memórias de Maximilien Aue, um ex-oficial alemão de origem francesa que participa em momentos sombrios da recente História Mundial: a execução dos judeus, as batalhas na frente de Estalinegrado, a organização dos campos de concentração, até a derrocada final da Alemanha. Uma confissão sem arrependimento das desumanidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, que provoca uma reflexão original e desafiadora das razões que levam o Homem a cometer o mal.
Este romance vai buscar o título à mitologia grega - as Erínias eram Deusas perseguidoras, vingadoras e secretas, também conhecidas por Eumênides ou Benevolentes.
Terminei a leitura em 12-08-2010.
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